Preconceito e machismo no século 21
Bom dia galera! Depois de uma semana afastada (na marra, diga-se de passagem), estou de volta para a redação. E, passando os olhos pela internet, novamente me deparo com uma notícia incoerente com o século que vivemos: a aluna da Uniban (Universidade Bandeirantes) agredida verbalmente e quase fisicamente no último dia 22, apenas por estar usando um vestido curto, ainda não teve coragem de voltar às aulas por medo de represálias dos colegas.
Vamos por partes nessa história. Ao assistir o vídeo, semana passada, achei o vestido da garota curto... mas não ao ponto de provocar a reação descabida de dos alunos da faculdade, que a xingaram em coro. Tudo bem, ambiente universitário pede uma roupa mais comportada, mas nada justifica o comportamento demonstrado por pessoas supostamente com “educação superior”.
A gritaria mostra uma coisa que, por mais que a gente tente esconder, está ainda arraigada na galera: o preconceito e o machismo. Não conheço a garota e não sei qual seu comportamento, mas esse julgamento sumário a que ele foi submetida lembra minha épica de adolescente quando, por qualquer coisa, uma menina era rotulada de “galinha” e discriminada por todos.
Tá na hora de a gente rever esses conceitos, galera! Uma pessoa não pode ser julgada pela roupa que usa, cor de cabelo, tatuagem, piercing... Queremos tanto ser modernos, descolados, e volta e meia nos pegamos tendo essas reações retrógradas em relação a certos comportamentos. Preconceito e machismo ainda presentes no século 21? Vamos acabar com isso, né?
Vamos por partes nessa história. Ao assistir o vídeo, semana passada, achei o vestido da garota curto... mas não ao ponto de provocar a reação descabida de dos alunos da faculdade, que a xingaram em coro. Tudo bem, ambiente universitário pede uma roupa mais comportada, mas nada justifica o comportamento demonstrado por pessoas supostamente com “educação superior”.
A gritaria mostra uma coisa que, por mais que a gente tente esconder, está ainda arraigada na galera: o preconceito e o machismo. Não conheço a garota e não sei qual seu comportamento, mas esse julgamento sumário a que ele foi submetida lembra minha épica de adolescente quando, por qualquer coisa, uma menina era rotulada de “galinha” e discriminada por todos.
Tá na hora de a gente rever esses conceitos, galera! Uma pessoa não pode ser julgada pela roupa que usa, cor de cabelo, tatuagem, piercing... Queremos tanto ser modernos, descolados, e volta e meia nos pegamos tendo essas reações retrógradas em relação a certos comportamentos. Preconceito e machismo ainda presentes no século 21? Vamos acabar com isso, né?












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